Referências Teóricas

BIBLIOGRAFIA EM PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO

 

Teoria Social

ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.

ANDERS, Günther. Die Antiquiertheit des Menschen. (I) Über die Seele im Zeitalter der zweiten industriellen Revolution. 7 Aufl. Munique: Beck, 1994.

_____ . Die Antiquiertheit des Menschen. (II) Über die Zerstörung des Lebens im Zeitalter der dritten industriellen Revolution. 4 Aufl. Munique: Beck, 1995.

ARENDT, Hannah. Homens em tempos sombrios. Lisboa: Relógio D’água, 1991.

BAKHTIN, Mikail M. Art and answerability. Edited by Michael Holquist and Vadim Liapunov. Austin: University of Texas Press, 1990.

BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

_____ . A câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984a.

BAUMAN, Zigmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003.

BATESON, Gregory. Steps to an ecology of mind. London: Palladin Books, 1973.

BECK-GERNSCHEIM, E. Individualization: institutionalized individualism and its social and political consequences. Londres: SAGE Publications, 2002.

BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1996.

_____ . Sobre alguns temas em Baudelaire. In: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 35-62.

BERGER, P. & LUCKMANN, T. A construção social da realidade, Petrópolis, Editora Vozes, 1983.

CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da realidade. São Paulo: Paz e Terra, 1995.

DURAND, Gilbert. L´imaginaire. Essai sur les sciences et la philosophie de l´image. Paris: Ed. Hatier, 1994.

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.

GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade, São Paulo, UNESP, 1991.

_____ . Modernidade e Identidade. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2002.

GOFFMAN, Erving [1959]. A representação do eu na vida cotidiana, Petrópolis, Editora Vozes, 1995.

HABERMAS, Jürgen. A nova intransparência. Novos Estudos, São Paulo, n. 18, p. 103-114, 1987.

_____ . Técnica e ciência enquanto Ideologia. In: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 303-333. Publicado originalmente em 1968 para os 70 anos de Herbert Marcuse.

HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade, Rio de Janeiro, DP&A Editora, 2002.

HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 2003.

JAMESON, Frederic. Espaço e imagem: teorias do pós-moderno e outros ensaios. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2004.

_____ . Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.

LYOTARD, Jean François. O pós-moderno. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988.

MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo: vagabundagens pós-modernas. São Paulo: Record, 2001.

MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.

MAUSS, Marcel [1938]. “Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa, a noção do ‘eu’”. Sociologia e Antropologia, vol. I, São Paulo, Edusp, 1974b.

MEAD, George Herbert. The Philosophy of the Act. Chicago, University of Chicago Press, 1938.

SAHLINS, Marshall. Islands of history. Chicago: University of Chicago Press, 1985.

SANTOS, Boaventura de Souza. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. São Paulo: Cortez, 2000.

_____ . Por que pensar. Revista Lua Nova, São Paulo, n. 54, p. 11-42, 2001.

SENNET, Richard. O declínio do homem público: as tiranias da intimidade, São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

SIMMEL, Georg. A metrópole e a vida mental. In: VELHO, Otávio (Org.). O fenômeno urbano. Rio de Janeiro: Zahar, [s.d.].

TÖNNIES, Ferdinand. “Comunidade e sociedade como entidades típico-ideiais” IN FERNANDES, Florestan. Comunidade e Sociedade: leituras sobre problemas conceituais, metodológicos e de aplicações, São Paulo, Editora Nacional e Editora da USP, 1973: 96-116.

WALLERSTEIN, Immanuel (Org.). Open the social sciences: Report of the Gulbenkian Commission on the Restructuring of the Social Sciences. Stanford: Stanford Univesity Press, 1996.

 

Teoria Sócio-Política e Filosofia Política

AGAMBEN, Giorgio. O cinema de Guy Débord. 2007. Disponível em: <http://intermidias.blogspot.com/2007/07/o-cinema-de-guy-debord-de-giorgio.html>. Acesso em: 11 de julho de 2007. Texto original: Le cinéma de Guy Debord. In: AgambeN, Giorgio. Image et mémoire. Paris: Hoëbeke, 1998. p. 65-76.

_____ . Homo sacer: o poder e a vida nua. Tradução Henrique Burigo. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.

_____ . Notas sobre a política. Tradução Mauricio Rocha. 1995. Disponível em: <http://www.rizoma.net/interna.php?id=206&secao=intervencao>. Acesso em: 11 de maio de 2008.Texto original publicado em: Moyens sans fins, notes sur la politique. Paris: Payot et Rivages, 1995. p. 121-130.

BLISSETT, Luther. Guerrilha psíquica. São Paulo: Ed. Conrad, 2001.

BULL, Malcolm. The limits of multitude. New Left Review, London, n. 35, p. 19-39, Sept./Out. 2005.

COCCO, Giuseppe; Hopstein, Graciela. As multidões e o império. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

DELEUZE, Gilles. O ato de criação. Tradução José Marcos Macedo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 jun. 1999. Caderno Mais! p. 4-5.

_____ . Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007.

_____ . Diferença e repetição. São Paulo: Graal, 2006.

_____ . Foucault. São Paulo: Brasiliense, 1995.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia. Tradução Peter Pál Pelbart e Janice Caiafa. São Paulo: Ed. 34, 2005. v. 5. Primeira edição francesa 1980.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1993.

_____ . A palavra e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2000. Primeira edição 1966.

_____ . Resumo dos cursos do Collège de France 1970-1982. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.

_____ . Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1996.
HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. São Paulo: Record, 2001.

LEFORT, Claude. A invenção democrática: os limites da dominação totalitária. São Paulo: Brasilense, 1987.

MURRAY, Stuart J. The rhetorics of life and multitude in Michel Foucault and Paolo Virno. 2005. Disponível em: <www.ctheory.net/articles.aspx?id=479>. Acesso em: 10 de março de 2006.

OLIVEIRA, Francisco; PAOLI, Maria Célia (Org.). Os sentidos da democracia: políticas do dissenso e hegemonia global. São Paulo: FAPESP/NEDIC/Vozes, 1999.

OLIVEIRA, Francisco; RIZEK, Cibele. A era da indeterminação. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.

PAOLI, Maria Célia. O mundo do indistinto: sobre gestão, violência e política. In: OLIVEIRA, Francisco; RIZEK, Cibele. A era da indeterminação. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007. p. 221-256.

PELBART, Peter Pál. Vida capital: ensaios de biopolítica. São Paulo: Iluminuras, 2003.

PINTO, José Manuel Figueiredo. Espaços efémeros – Possibilidades virais na sociedade do espetáculo. Revista de Comunicação e Linguagens, Porto, n. 34, p. 143-156, 2005.

RANCIERE, Jacques. O desentendimento. São Paulo: Ed. 34, 1996.

_____ . A partilha do sensível: estética e política. Tradução Mônica Costa Netto. São Paulo: Ed. 34/EXO, 2005.

_____ . Será que arte resiste a alguma coisa?. 2007. Disponível em: <http://www.rizoma.net/interna.php?id=316&secao=artefato>. Acesso em: 10 de dezembro de 2007.

SAFATLE, Vladimir. Anotações de aula da disciplina Teoria das Ciências Humanas III. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, 2007.

_____ . Posfácio. A política do real de Slavoj Zizek. In: ZIZEK, Slavoj. Bem-vido ao deserto do real! São Paulo: Boitempo, 2003.
SANTOS, Laymert Garcia. Brasil contemporâneo: estado de exceção? In: OLIVEIRA, Francisco; RIZEK, Cibele (Org.). A era da indeterminação. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007. p. 289-352.

_____ . Passagem para o molecular global. Texto para discussão no grupo de pesquisa CENEDIC, 1998.

_____ . Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da informação digital e genética. São Paulo: Ed. 34, 2003.

_____ . Tecnologia, perda do humano e crise do sujeito de direito. In: PAOLI, Maria Célia; OLIVEIRA, Francisco (Org.). Os sentidos da democracia. São Paulo: Vozes, 1999. p. 291-306. (Coleção Zero à Esquerda).

SLOTERDIJK, Peter. La domestication de l’être. Paris: Mille et Une Nuits, 2000.

VIRILIO, Paul. A máquina de visão. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002. Primeira edição 1988.

_____ . Velocidade e política. São Paulo: Estação Liberdade, 1996. Primeira edição 1977.

VIRNO, Paolo. Cuando el verbo se hace carne: lenguaje y naturaleza humana. Madrid: Traficantes de Sueños, 2005.

_____ . A grammar of the multitude: For an analysis of contemporary forms of life. Semiotext(e). MIT Press, 2004. Disponível em: <www.semiotexte.org>. Acesso em: 25 de março de 2006.

ZIZEK, Slavoj. Bem-vido ao deserto do real! São Paulo: Boitempo, 2003.

_____ . (Org.). Um mapa da ideologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

 

Sociologia da Tecnologia

BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade: contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, no. 17, Setembro 1999. <http://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf>

BIJKER, Wiebe E., HUGHES, Thomas P., PINCH, Trevor (eds.) The Social Construction of Technological Systems. New Directions in the Sociology and History of Technology. Cambridge, Mass., The MIT Press, 1987.

______________ e LAW, John (eds.). Shaping Technology/Building Society. Studies in Sociotechnical Change. Cambridge, Mass., The MIT Press, 1992.

______________. Of Bicycles, Bakelites, and Bulbs. Toward a Theory of Sociotechnical Change. Cambridge, Mass., The MIT Press, 1995.

FEENBERG, Andrew. Racionalização Subversiva: Tecnologia, Poder e Democracia. Cibercultura Online. Vol. 4 [2001 – II]

FEENBERG, Andrew. Teoria Crítica da Tecnologia. <http://extensao.milharal.org/files/2013/06/Andrew-Feenberg-Livro-Coletanea.pdf>

FERREIRA, Pedro Peixoto. Máquinas Sociais: o filo maquínico e a sociologia da tecnologia. CTEME, 2004.

FERREIRA, Pedro Peixoto Por uma definição dos processos tecnicamente mediados de associação, 2011 <http://blog.pimentalab.net/files/Pedro-Teixeira-Processos-Tecnicamente-Mediados-Associacao.pdf>

HABERMAS, Jürgen. Técnica e ciência enquanto Ideologia. In: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 303-333. Publicado originalmente em 1968 para os 70 anos de Herbert Marcuse.

JASANOFF, Sheila et alli. (eds.) Handbook of Science and Technology Studies, Thousand Oaks, Sage, 1995.

MacKENZIE, Donald. Marx and the Machine (in) Technology and Culture, n.25, 1984, p.473-502.

MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.

MUMFORD, Lewis. Authoritarian and Democratic Technics. Technology and Culture, Vol5, n.1, 1964.

WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. <http://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Langdon-Winner-Artefatos-tem-Politica.pdf>

WINNER, Langdon. Autonomous Technology. Technics-out-of-Control as a Theme in Political Thought. Cambridge, Mass. The MIT Press, 1977.

________________. Upon Opening the Black Box and Finding It Empty: Social Constructivism and the Philosophy of Technology (in) Science, Technology, & Human Values, Vol. 18, No. 3, Summer 1993, p.362-378.

 

 

 

Sociologia da Ciência

BECK, Ulrich. Risk Society. Toward a New Modernity. London, Sage Publications, 1992.

BECK, Ulrich, GIDDENS, Anthony e LASH, Scott. Reflexive Modernization. Politics, Tradition and Aesthetics in the Modern Social Order. Stanford, Stanford University Press, 1994.

CALLON, Michel. The State and Technical Innovation: a Case Study of the Electrical Vehicle in France. Research Policy, 9, 1980, p.358-376.

CALLON, Michel, Law, John e Rip, Arie (eds.) Mapping The Dynamics of Science and Technology. Sociology of Science in the Real World. London, The Macmillan Press, 1986.

LAW, John (ed.) Power, Action and Belief. A New Sociology of Knowledge? London, Routledge & Kegan Paul, 1986a, p. 196-233.

LATOUR, Bruno. The powers of association (in) LAW, John (ed.) Power, Action and Belief. A New Sociology of Knowledge? London, Routledge & Kegan Paul, 1986, p. 264-280.

______________. Science in Action. How to Follow scientists and engineers through society. Cambridge, Mass., Harvard University Press, 1987.

______________. Technology is society made durable (in) LAW, John (ed.) A Sociology of Monsters. Essays on Power, Technology and Domination. London, Routledge, 1991, p.103-131.

______________. The Impact of Science Studies on Political Philosophy (in) Science, Technology, & Human Values, Vol. 16 No. 1, Winter 1991, p. 3-19.

______________. Where Are The Missing Masses? The Sociology of a Few Mundane Artifacts (in) BIJKER, Wiebe e LAW, John (eds.). Shaping Technology/Building Society. Studies in Sociotechnical Change. Cambridge, Mass., The MIT Press, 1992, p.225-258.

______________. We Have Never Been Moderns. Cambridge, Harvard University Press, 1993.

______________ e WOOLGAR, Steve. A Vida de Laboratório. A Produção dos Fatos Científicos. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1997 (Publicação original: 1979).

 

Sociologia Econômica, Trabalho e Teoria Econômica

ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. São Paulo: Boitempo, 1999.

Berggren, Christian. Alternatives to lean production. New York: ILR Press, 1992.

Bollier, David. Brand Name Bullies: The quest to own and control culture. New Jersey: John Wiley & Sons, 2005.

BOURDIEU, Pierre. Les structures sociales de l´èconomie. Paris: Seuil, 2000.

BOURDIEU, Pierre. “Marginalia. Algumas notas adicionais sobre o Dom”. Revista Mana,vol. II, n. 2, 1996: 7-20.

Buck-Morss, Susan. Envisioning capital: Political economy on display. In: COOKE, Lynne; WOLLEN, Peter. Visual display, culture beyond appearances. New York: The New Press, 1998. p. 111-141.

Burawoy, Michael. A Transformação dos regimes fabris no capitalismo avançado. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, n. 13, jun. 1990.

Dupas, Gilberto. Economia global e exclusão social. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

Edelman, Bernard. Le droit saisi par la photographie, éléments pour une théorie marxiste du droit. Paris: Éditions François Maspero, 1973.

Fiori, José Luís. O capitalismo e suas vias de desenvolvimento. In: HADDAD, Fernando (Org.). Desorganizando o consenso. Petrópolis: Vozes, 1998. p. 67-86.

Ghosh, Rishab Aiyer. CODE: Collaborative ownership and the digital economy. Cambridge: MIT Press, 2005.

GODBOUT, Jacques. O espírito da dádiva, Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1999.

Godbout, Jacques. Le don, la dette et l´identité: homo donator vs homo oeconomicus. Montreal: Boréal, 2000.

Gorz, Andre. Adeus ao proletariado. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1982.

_____ . O imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume, 2005.

_____ . Misères du present, richesse du possible. Paris: Galilée, 1997.

Graham, Edward M. Global corporations and national governments. Washington, DC: Institute for International Economics, 1996.

Granonetter, Mark. Economic action and social structure: The problem of embeddedness. American Journal of Sociology, Chicago, v. 91, n. 3, p. 481-510, Nov. 1985.

Halal, Willian; Taylor, Kenneth (Org.). 21st century economics: Perspectives of socioeconomics for a changing world. New York: St. Martin´s Press, 1999.

HUWS, Ursula, “Mundo material: o mito da economia imaterial”, Mediações, Londrina, v. 16, n.1, p. 24-54, Jan./Jun. 2011.

_____ . “Expression and expropriation: The dialectics of autonomy and control in creative labour”, Ephemera , theory & politics in organization . Volume 10(3/4): 504-521. Disponível: http://www.ephemeraweb.org/journal/10-3/10-3huws.pdf

Lowenthal, Andrew. Free beer versus free media. 2007. Disponível em: <http://www.dlux.org.au/codingcultures/Essays/A_Lowenthal.pdf>. Acesso em: 11 de março de 2009.

Kurz, Robert. O colapso da modernização: da derrocada do socialismo de caserna a crise da economia mundial. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

_____ . A substância supérflua [Entrevistado por José Galisi Filho]. 2007. Disponível em: <http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2773,1.shl>. Acesso em: 12 de novembro 2007.

Louchart, Jean-Claude (Org.). Nouvelles approches des gestions d’entreprises. Paris: L´Harmattan, 1995.

Marglin, Stephen. Origem e funções do parcelamento das tarefas. In: GORZ, Andre. Crítica da divisão social do trabalho. São Paulo, Martins Fontes, 1980. p. 37-77.

Mingione, Enzo. Market and society: The social embeddedment of the economy. In: SHRAGGE, Eric; FONTAM, Jean-Marc. Social economy: International debates and perspectives. Montreal: Black Rose Books, 2000. p. 16-35.

Moulier-Boutang, Y.. Riqueza, propiedade, libertad y rent em el “capitalismo cognitivo”. 2001. Disponível em: <http://multitudes.samizdat.net/article319.html>. Acesso em: 10 de janeiro de 2007.

Nimus, Anna. Copyright, copyleft and the creative anti-commons. 2009. Disponível em: <http://subsol.c3.hu/subsol_2/contributors0/nimustext.html>. Acesso em: 11 de março de 2009.

Offe, Claus. Capitalismo desorganizado. São Paulo: Brasiliense, 1989.

Perret, Bernard; Roustang, Guy. L´économie contre la société: affronter la crise de l’integration sociale et culturelle. Paris: Seuil, 1993.

Raymond, Eric. A catedral e o bazar, 1998. Disponível em: <http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/>. Acesso em: 11 de março de 2009.

Rifkin, Jeremy. A era do acesso. São Paulo: Pearson-Makron Books, 2001.

Sabel, Charles. Work and politics: The division of labor in industry. Cambridge: Cambridge University Press, 1982.

Sabel, Charles; Zeitlin, Jonathan. World of possibilities: Flexibility and mass production in western industrialization. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

 

Economia Política na Era Digital

(produçao P2P e infotrabalho)
ARAÚJO, Bráulio Santos Rabelo de. O direito autoral, a economia colaborativa e as licenças autoriais. 2008. Disponível em: <http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=405>. Acesso em: 18 de agosto de 2008.

BARBOSA, Denis Borges. Uma introdução à propriedade intelectual. 2008. Disponível em: <http://denisbarbosa.addr.com/livre.htm>. Acesso em: 11 de dezembro de 2008.

BARLOW, John Perry. A Economia das Idéias: uma infraestrutura para patentes e copyrights na Era Digital.

BAUWENS M (2008) The political implications of the peer to peer revolution. Knowledge Politics Quarterly 1(2): 1–24.

BENKLER Y (2002) Coase’s penguin, or, Linux and the nature of the firm. The Yale Law Journal 112: 367–445.

BENKLER Y (2006) The Wealth of Networks: How Production Networks Transform Markets and Freedom. New Haven, CT: Yale University Press.

BENKLER Y, Nissenbaum H (2006) Commons-based peer production and virtue. The Journal of Political Philosophy 14(4): 394–419.

BENKLER, Yochai. A economia política do commons. In: SILVEIRA, Sérgio Amadeu et al (org.). A comunicação digital e a construção dos commons: redes virais, espectro aberto e as novas possibilidades de regulação. São Paulo: Editora Perseu Abramo, 2007.

FLORIDA, Richard (2002). The Rise of the Creative Class. New York: Basic Book.

GALLOWAY,A. & THACKER, E (2007) The Exploit: A Theory of Networks. Minneapolis: University of Minnesota Press.

ILLOUZ,E. (2007) Cold Intimacies: The Making of Emotional Capitalism. Malden, MA: Polity Press.

KLEINER, Dmytri. Nem Copyleft, nem Copyright, nem Creative Commons: Copyfarleft. http://www.remixtures.com/2007/07/nem-copyleft-nem-copyright-nem-creative-commons-copyfarleft/

KLINE S, Dyer-Witheford N, and De Peuter G (2003) Digital Play: The Interaction of Technology, Culture, and Marketing. Montréal: McGill-Queens University Press.

KUNDA, Gideon. Engineering culture: control and commitmentt in a high-tech corporation. Philadelphia: Temple University Press, 1992.

MACHADO, Jorge. “Desconstruindo “propriedade intelectual”.

MOULIER-BOUTANG, Yann. Riqueza, propiedade, libertad y rent em el “capitalismo cognitivo”. 2001. Disponível em: <http://multitudes.samizdat.net/article319.html>. Acesso em: 10 de janeiro de 2007.

NIMUS, Anna. Copyright, Copyleft and the Creative Anti-Commons. [1 http://www.remixtures.com/2007/01/copyright-copyleft-e-as-creative-anti-commons-parte-i/] , [2 http://www.remixtures.com/2007/01/copyright-copyleft-e-as-creative-anti-commons-parte-ii/] , [3 http://www.remixtures.com/2007/02/copyright-copyleft-e-as-creative-anti-commons-parte-iii/] , [4 http://www.remixtures.com/2007/03/copyright-copyleft-e-as-creative-anti-commons-parte-iv/]

RAYMOND, Eric. A catedral e o bazar, 1998. Disponível em: <http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/>. Acesso em: 11 de março de 2009. Versão em PTbr disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=8679. Acesso em: 13/05/12.

RIFKIN, Jeremy. A era do acesso. São Paulo: Pearson-Makron Books, 2001.

SCHÄFER, MT (2008) Bastard culture! User participation and the extension of cultural industries. Dissertation, University of Utrecht Department for Media and Culture Studies, URL (consulted 10 Jan. 2010): http://www.mtschaefer.net/entry/defending-my-bastard-culture/

SANTOS, Laymert G. Paradoxos da propriedade intelectual. In: VILLARES, Fábio (org.) Propriedade Intelectual: tensões entre o capital e a sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2007.

SIMON, Inre & VIEIRA, Miguel Said. A propriedade intelectual diante da emergência da produção social. In: VILLARES, Fábio (org.) Propriedade Intelectual: tensões entre o capital e a sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2007.

TERRANOVA, T. (2004) Network Culture: Politics for the Information Age. Ann Arbor, MI: Pluto Press.

TURNER, F. Where the Counterculture met the New Economy. Society for the history of technology. 2005, p. 485-512.

______. From counterculture to cyberculture: stewart brand, the whole earth network, and the rise of digital utopianism. Chicago: University of Chicago Press, 2006.

______. “Burning Man at Google: a cultural infrastructure for new media production”, New Media and Society, no11, p.73-94, 2009.

VALLAS, Steve P.. “Rethinking post-fordism: the meaning of workplace flexibility”. Sociological theory, 17, p.68-101,1999.
VAN DIJCK,J. (2009) Users like you? Theorizing agency in user-generated content. Media, Culture & Society 31(1): 41–58.

ZITTRAIN,J. (2008) Ubiquitous human computing. Philosophical Transactions of the Royal Society 366: 3813–21.

For a critique of creative industries, see the work of Ned Rossiter and Danny Butt, for instance http://amsterdam.nettime.org/Lists-Archives/nettime-l-0212/msg00057.html. See also Ned Rossiter (2004). Creative Industries, Comparative Media Theory and the Limits of Critique from Within, in: Topia, Canadian Journal of Cultural Studies. Number Eleven. Spring 2004. Toronto, Canada.

 

 

Ciber-Tecno-Sociedade: teoria social, cultural e política

AFONSO, Carlos A.. Todos os datagramas são iguais perante a Rede!. 2007. Disponível em <http://www.cgi.br/publicacoes/artigos/artigo43.htm >. Acesso em: 19 de junho de 2008.

Barlow, John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/ciber/textos/barlow.htm>. Acesso em: 19 de janeiro de 2007.

Brunet, Karla Schuch (Org.). Apropriações tecnológicas: emergência de textos, idéias e imagens do Submidialogia#3. Salvador: EDUFBA, 2008.

Cardoso Jr., Amadeu. A dimensão geográfica da rede no Brasil e no Mundo. 2009. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro, J. Zahar Editor, 2003.

Costa, Rogério da. Inteligência coletiva: comunicação, capitalismo cognitivo e micropolítica. Revista FAMECOS, Porto Alegre, n. 37, p. 61-68, dez. 2008.

_____ . A sociedade de controle. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 161-167, 2004.

Debray, Régis. Transmettre. Paris: Odile Jacob, 1997.

Fuller, R. Buchminster. Critical path. Adjuvant Kiyoshi Kuromiya. New York: St. Martins’s Press, 1981.

Gibson, William. Neuromancer. São Paulo: Aleph, 2003.

HINE, Christine. Virtual Ethnography. London: SAGE Publications, 2000.

JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar, Rio de Janeiro, Zahar Editor, 2001.

KECK, Margaret; SIKKINK, Kathryn. Activists Beyond Boardes – Advocacy Networks in International Politics. London: Cornell University Press, 1998.

Kim, Joon Ho. Cibernética, ciborgues e ciberespaço: notas sobre as origens da cibernética e sua reinvenção cultural. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 10, n. 21, p. 199-219, jan./jun. 2004.

Kurzweil, Ray. Reinventig humanity: The future of human-machine intelligence. 2006. Disponível em: <http://www.kurzweilai.net/articles/art0635.html?printable=1>. Acesso em: 13 de março de 2006.

Kurzweil, Ray; Meyer, Chris. Understanding the accelerating rate of change. Originally published 2006. Disponível em: <http://www.kurzweilai.net/articles/art0563.html?printable=1>. Acesso em: 13 de março de 2006.

Halpin, Harry. The immaterial aristocracy of the Internet. In Mute: Culture and politics after the net. 2008. Disponível em: <http://www.metamute.org/en/Immaterial-Aristocracy-of-the-Internet>. Acesso em: 11 março de 2009.
Harvey, Pierre-Leonard; LEMIRE, Gilles. La nouvelle éducation: NTIC, transdisciplinarité, communautique. Laval: Les Presses de L´Université Laval, 2001.

HINDMAN M (2007) ‘Open-source politics’ reconsidered: Emerging patterns in online political participation. In: Mayer-Schönberger V, Lazer D (eds) Governance and Information Technology. Cambridge, MA: MIT Press, 183–211.

HINDMAN M (2009) The Myth of Digital Democracy. Princeton, NJ: Princeton University Press.

HOLMES, Brian. Flowmaps, the imaginaries of global integration. 2006. Disponível em: <http://pzwart.wdka.hro.nl/mdr/pubsfolder/bhflowmaps/>. Acesso em: 11 de março de 2009.

LEMOS, André. “Ciber-Socialidade. Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea”,FACOM, Salvador, 1999. Disponível em: http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/lemos/cibersoc.html Acesso em 23/10/00.

Lessig, Lawrence. Cultura livre: como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade. 2004. Disponível em: <http://free-culture.cc/ (inglês)> e <http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7582/cultura_livre.zip (português)>. Acesso em: 21 de janeiro de 2009.

LÉVY, Pierre. O que é virtual? Rio de Janeiro, Editora 34, 1996.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro, Editora 34, 1999.

MARTINS, Hermínio. Reflections on the metaphysic of information and the prospects for the human condition. In: Proceedings of the International Congress on Digital Culture and Citizenship, Madrid, 2004. Madrid: Universidad Autónoma de Madrid, 2006.

MARTINS, Hermínio; GARCIA, José Luís (Coord.). Dilemas da civilização tecnológica. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2003.

MÁXIMO, Maria Elisa. Blogs: o eu encena, o eu em rede.Cotidiano, performance e reciprocidade nas redes sócio-técnicas. Tese de Doutorado em Antropologia, UFSC, 2006.

Monteiro, Silvana Drummond. Aspectos filosóficos do virtual e as obras simbólicas no ciberespaço. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. 33, n. 1, p. 108-116, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n1/v33n1a13.pdf>. Acesso em: 20 de julho de 2006.

Mueller, Milton L. Ruling the root: Internet governance and the taming of cyberspace. Cambridge: MIT Press, 2004.

Negroponte, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Cia das Letras, 1995.

Nojosa, Urbano; GARCIA, Wilton (Org.). Comunicação & tecnologia. São Paulo: Nojosa, 2003.

RHEINGOLD, Howard [1993]. The virtual community. Disponivel em: http://www.rheingold.com/vc/book Acesso em: 26/10/2006.

RIFIOTIS, Theophilos. “Antropologia do Ciberespaço: questões teórico-metodológicas sobre pesquisa de campo e modelos de sociabilidade”. Antropologia em Primeira Mão, n. 51,Florianópolis, Prog. de Pós-graduação em Antropologia Social/UFSC, 2002.
SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. A mobilização colaborativa e a teoria da propriedade do bem intangível. 2005. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.

SLATER, Don. Relacionamentos Sociais e Identidade On-line e Off-line. http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol14/vol14_donslater.htm (2002) Social relationships and identity online and offline. In: Lievrouw, Leah and Livingstone, Sonia, (eds.) Handbook of new media: social shaping and consequences of ICTs. Sage Publications, London, UK, pp. 533-546. ISBN 0761965106.

UGARTE, David de. El poder de las redes: manual ilustrado para personas, colectivos y empresas abocados al ciberactivismo. 2008. Disponível em: <http://deugarte.com>. Acesso em: 13 de março de 2009.

TRIVINHO, Eugênio. O mal estar da teoria: a condição da crítica na sociedade tecnológica atual. Rio de Janeiro: Ed. Quartet, 2001.

_____ . Glocal: para a renovação da crítica da civilização mediática. In: FRAGA da SILVA, Dinorá; FRAGOSO, Sueli (Org.). Comunicação na cibercultura. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2001a. p. 61-104.

_____ . Cibercultura, iconocracia e hipertexto. Galáxia: Revista Transdisciplinar de Comunicação, Semiótica, Cultura, São Paulo, v. 1, n. 1, 2001b. p. 61-104. _____ . Velocidade e violência: dromocracia como regime transpolítico na cibercultura. In: PORTO, Sérgio Dayrell (Org.). A incompreensão das diferenças: 11 de setembro em Nova York. Brasília, DF: Edições IESB, 2002. p. 257-272.

VINGE, Vernor. The technological singularity. 2001. Disponível em <http://www.kurzweilai.net/articles/art0092.html?printable=1>. Acesso em: 25 de março de 2006.

 

 

Ciber-Sociabilidade, Indivíduo e Subjetividade

BEZERRA Jr., Benilton. O ocaso da interioridade e suas repercussões sobre a clínica. In: PLASTINO (Org.). Transgressões. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2002.

SIBILIA, Paula. O show do eu: A intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.

___. Intimidades de vidro. Revista Trópico. Disponível em: HTTP://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2977,1.shl. Acesso em: 10 set. 2011.

___. Mania de real. Revista Trópico. Disponível em: HTTP://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2912,1.shl. Acesso em: 10 set. 2011.

___. Os diários íntimos na Internet e a crise da interioridade psicológica. In: LEMOS, André, CUNHA, Paulo. (Org.) Olhares sobre a cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2003.

 

Imagem, Linguagem e Teoria dos Media

AGAMBEN, Giorgio. O cinema de Guy Débord. 2007. Disponível em: <http://intermidias.blogspot.com/2007/07/o-cinema-de-guy-debord-de-giorgio.html>. Acesso em: 11 de julho de 2007. Texto original: Le cinéma de Guy Debord. In: AgambeN, Giorgio. Image et mémoire. Paris: Hoëbeke, 1998. p. 65-76.

ALMEIDA, Milton José de. Cinema: arte da memória. Campinas: Autores Associados, 1999.

_____ . Imagens e sons: a nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 1994.

_____ . O teatro da memória de Giulio Camillo. Campinas: Ateliê Editorial; Editora UNICAMP, 2005.

ALPERS, Svetlana. Interpretation without representation, or, the viewing of “Las Meninas”. Representations, Oakland, v. 1, n. 1, p. 30-42, 1983.

ANDERS, Günther. Die Antiquiertheit des Menschen. (I) Über die Seele im Zeitalter der zweiten industriellen Revolution. 7 Aufl. Munique: Beck, 1994.

_____ . Die Antiquiertheit des Menschen. (II) Über die Zerstörung des Lebens im Zeitalter der dritten industriellen Revolution. 4 Aufl. Munique: Beck, 1995.

BAITELLO Jr., Norval. A Era da iconologia. São Paulo: Hacker Editores, 2005. Barbosa, Denis Borges. Uma introdução à propriedade intelectual. 2008. Disponível em: <http://denisbarbosa.addr.com/livre.htm>. Acesso em: 11 de dezembro de 2008.

BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

_____ . A câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984a.

BELTING, Hans. Image, medium, body: A new approach to iconology. Critical Inquiry, Chicago, v. 31, n. 2, p. 302-319, 2005. Disponível também em: <http://peterasaro.org/courses/MSI/Belting_Image_Medium_Body.pdf>. Acesso em: 26 de setembro de 2006.

_____ . Pour une anthropologie des images. Paris: Gallimard, 2004.

BOSI, Alfredo. Fenomenologia do olhar. In: NOVAES, Adauto (Org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 65-87.

BREDEKAMP, Horst. Stratégies visuelles de Thomas Hobbes: Le Léviathan, archétype de l’état moderne. Illustrations des oeuvres et portraits. Traduit de l’allemand par Denise Modigliani. Paris: Éditions de la Maison des Sciences de L’Homme, 2003.

BROWN, Keith. The artist of the Leviatahn title-page. British Library Journal, London, v. 4, n.1, p. 24-36, 1978.

_____ . Thomas Hobbes and the title-page of “Leviathan”. Philosophy, Cambridge, v. 55, n. 213, p. 410-411, 1980.

Buck-Morss, Susan. Envisioning capital: Political economy on display. In: COOKE, Lynne; WOLLEN, Peter. Visual display, culture beyond appearances. New York: The New Press, 1998. p. 111-141.

Couchot, Edmond. La technologie dans l’art: de la photographie à la réalité virtuelle. Nimes: Éditions Jacqueline Chambon, 1998.

COUCHOT, Edmond. Da representação à simulação: evolução das técnicas e das artes de figuração. In: PARENTE, André (Org.). Imagem máquina. São Paulo: Editora 34, 1993, p. 37-47.

Crary, Jonathan. Suspensions of perceptions: Attention, spectacle and modern culture. Cambridge: MIT Press, 2001.

Coelho, Teixeira. O autor, ainda. Revista Imagens, Campinas, n. 3, p. 69-73, dez. 1994.

Cruz, Maria Teresa. A estética da recepção e a crítica da razão impura. Revista de Comunicação e Linguagens, Lisboa, n. 3, p. 57-67, jun. 1986.

Debray, Régis. Transmettre. Paris: Odile Jacob, 1997.

Deleuze, Gilles. O ato de criação. Tradução José Marcos Macedo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 jun. 1999. Caderno Mais! p. 4-5.

Dias, José A. B. Fernandes. Algumas considerações antropológicas sobre o ensino artístico. Revista Gávea, Lisboa, v. 11, n. 11, p. 195-201, abr. 1994.

Duncum, Paul. Visual culture isn´t just visual: Multiliteracy, multimodality and meaning. Studies in Art Education: A Journal of Issues and Research in Art Education, Reston, v. 45, n. 3, p. 252-264, 2004.

Domingues, Diana (Org.). A arte no século XXI. São Paulo: Ed. UNESP, 1997.

Dubois, Philippe. O ato fotográfico. Campinas: Papirus, 1994.

_____ . A linha geral: as máquinas de imagens. Cadernos de Antropologia e Imagem, Rio de Janeiro, n. 9, p. 65-85, 1999.

Efland, Arthur D. The entwined nature of the aesthetic: A discourse on visual culture. Studies in Art education: A Journal of Issues and Research in Art Education, Reston, v. 45, n. 3, p. 234-251, 2004.

FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.

Hansen, Mark. New philosophy for new media. Cambridge: MIT Press, 2006.

Hillis, Ken. Tecnologias da Realidade Virtual: Elementos para uma Geografia da Visão (sobre perceção, relacao corpo-tecnologia, analise de ficção científica) – http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol1/hillis.html

JAMESON, Frederic. Espaço e imagem: teorias do pós-moderno e outros ensaios. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2004.

GINSBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Cia das Letras, 1990.

GOODY, Jack. The domestication of the savage mind. Cambridge: Cambridge University Press, 1977.

Guattari, Felix. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Ed. 34, 2000.

Guattari, Félix; ROLNIK, Suely. Micropolítica: cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes, 2005.

HILLMAN, James. Paranóia. Petrópolis: Vozes, 1994.

Larrosa, Jorge. Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 1999.

Kamper, Dietmar. Imanência dos media e corporeidade transcendental. Oito postos de observação para um futuro medial. Tradução Ciro Marcondes Filho. 2003. Disponível em <http://www.eca.usp.br/nucleos/filocom/traducao8.html>. Acesso em: 13 de março de 2006.

_____ . O medial – o virtual – o telemático. O espírito de volta a uma corporeidade transcendental. Tradução Ciro Marcondes Filho. Texto original publicado em: FASSLER, Manfred; HALBACH, Wulf R. (Org.). Cyberspace. Gemeinschaften, Virtuelle Kolonien, Öffentlichkeiten. Munique: Wilhelm Fink, 1994. p. 229-237. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/filocom/traducao7.html>. Acesso em: 13 de março de 2006.

Kerckhove, Derrick. Brainframes. Mente, tecnologia, mercato. Bologna: Baskerville, 1993.

_____ . The skin of culture. Toronto: Somerville Press, 1995.

MACDOUGALL, David. Significado e Ser. In: Barbosa, Andréa & Cunha, Edgar & Hikiji, Rose (orgs.). Imagem-Conhecimento. Antropologia, Cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009.

MACHADO, Arlindo. Arte e mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007a.

_____ . A fotografia como expressão do conceito. Revista Studium, n. 2, 2000. Disponível em: <www.studium.iar.unicamp.br/dois/1.htm>. Acesso em: 21 de janeiro de 2005.

_____ . O quarto iconoclasmo e outros ensaios hereges. Rio de Janeiro: Ed. Rios Ambiciosos, 2001.

_____ . O sujeito na tela: modos de enunciação no cinema e no ciberespaço. São Paulo: Paulus, 2007.

Manovich, Lev. Avant-garde as software. 1999. Disponível em: <http://www.manovich.net/docs/avantgarde_as_software.doc>. Acesso em: 12 de janeiro de 2005.

_____ . Data visualisation as new abstraction and anti-sublime. 2002. Disponível em: <http://www.manovich.net/DOCS/data_art_2.doc>. Acesso em: 12 de janeiro de 2005.

_____ . The language of new media. Cambridge: MIT Press, 2001.

_____ . The labor of perception. 1995. Disponível em: <www.manovich.net/TEXT/labor.html>. Acesso em: 15 de janeiro de 2005.

McLuhan, Marshall; FIORI, Quentin. Os meios são as massagens. Rio de Janeiro: Record, 1969.

_____ . Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 2005. Primeira edição 1964.
MEAD, Margaret. L´anthropologie visuelle dans une discipline verbale. In: FRANCE, Claudine de (Org.). Pour une anthropologie visuelle. Paris: Mouton, 1979. p. 13-20. (Cahiers de L´Homme, 19).

Merleau-Ponty, Maurice. O olho e o espírito, de Mauss a Claude Lévi-Strauss. In: Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 383-396.

_____ . Phenomenologie de la perception. Paris: Editions Gallimard, 1945.
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Uma educação do olho: as imagens na sociedade urbana, industrial e de mercado. Cadernos CEDES, Campinas, v. 21, n. 54, p. 28-40, 2001.

_____ . A educação da face: o cinema e as expressões das paixões. 2000. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2000.

PLAZA, Júlio. Info x Foto: grafias. Revista Imagens, Campinas, n. 3, p. 50-55, 1994.

RAMOS, Fernão Pessoa. Falacias e deslumbre face a imagem digital. Revista Imagens, Campinas, p. 28-33, 1994.

ROLNIK, Suely. Geopolítica da cafetinagem. 2007. Disponível em: <http://transform.eipcp.net/transversal/1106/rolnik/pt>. Acesso em: 20 de julho de 2007.

_____ . Memória do corpo contamina museu. 2007a. Disponível em: <http://transform.eipcp.net/transversal/0507/rolnik/pt>. Acesso em: 20 de julho de 2007.

Samain, Etienne. Alguns passos em direção a Gregory Bateson. GHREBH: Revista de Comunicação, Cultura e Teoria da Mídia, n. 5, 2004. Disponível em <www.cisc.org.br/ghrebh/artigos/05etiennesamain022004.htm>. Acesso em: 29 de julho de 2004.

_____ . Entre a arte, a ciência e o delírio: a fotografia médica francesa na segunda metade do século XIX. Boletim do Centro de Memória UNICAMP, Campinas, v. 5, n. 10, p. 11-32, jul./dez. 1993.

_____ . Oralidade, escrita, visualidade. Meios e modos de construção dos indivíduos e das sociedades humanas. In: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (Org.). Perturbador mundo novo: história, psicanálise e sociedade contemporânea – 1492-1900-1992. Coordenação Luis Carlos Uchôa Junqueira Filho. São Paulo: Escuta, 1994. p. 289-301.

_____ . Retorno à câmara clara: Roland Barthes e a antropologia visual. In: SAMAIN, Etienne (Org.). O fotográfico. São Paulo: Hucitec, 1998. p. 121-134.

Samain, Etienne; MENDONÇA, João Martinho de. Entre a escrita e a imagem. Diálogos com Roberto Cardoso de Oliveira. Revista de Antropologia, São Paulo, v. 43, n. 1, p. 186-236, 2000. Santaella, Lúcia. A imagem pré, fotográfica e pós. Revista Imagens, Campinas, p. 34-40, 1994.

Sougez, Marie-Loup. História da fotografia. Lisboa: Dinalivro, 2001.

Souza, Gilda de Mello. A idéia e o figurado. São Paulo: Ed. 34; Duas Cidades, 2005.

Tagg, John. The burden of representation. London: Comunication and Culture, 1998.

Wandes, Bruce. Art of the digital age. New York: Thames & Hudson, 2006.

 

Redes Sociais, Redes Digitais

AGUIAR, Sonia. Redes sociais e tecnologias digitais de informação e comunicação no Brasil (1996-2006). Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação da Rede de Informações para o Terceiro Setor (Nupef):Rio de Janeiro, 2006. Disponível em http://www.nupef.org.br/?q=node/17

ARQUILLA, John; RONFELDT, David. Cyberwar Is Coming! RAND Corporation, 1993.

_________. The Advent of Netwar. In: ______. In Athena’s Camp – Preparing for Conflict in the Information Age. RAND Corporation, 1997.

_________. Redes y Guerras em red: El futuro del terrorismo, El crimen organizado y el activismo político. Madri: Alianza Editorial, 2002.

_________, ZANINI, Michele. Networks, Netwar, and Information-Age Terrorism. In: LESSER, Ion et al. Countering the New Terrorism. RAND Project Air Force, 1998.

BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks – How Social Production Transforms Markets and Freedom. London: Yale University, 2006.

_________. A economia política do commons. In: SILVEIRA, Sérgio Amadeu et al (org.). A comunicação digital e a construção dos commons: redes virais, espectro aberto e as novas possibilidades de regulação. São Paulo: Editora Perseu Abramo, 2007.

BOHANON, John. Counterterrorism’s New Tool: ‘Metanetwork’ Analysis’. Science Magazine, vol. 325, no 5939, 2009, p. 409 – 411.

BOURDIEU, P. (1986). The forms of capital. In: J. Richardson (Ed.) Handbook of Theory and Research for the Sociology of Education (New York, Greenwood), 241-258. Disponível em: http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/bourdieu-forms-capital.htm

CARLEY, Kathleen. Destabilizing Networks. Connections, vol. 24, no 3, 2001, p. 79-92.

COLEMAN, J. S. (2008). Social capital and the creation of human capital. In: American Journal of Sociology, no 94, p.95-120.
GERLACH, Luther. La estructura de los movimentos sociales: El activismo ecologista y sus oponentes. In: ARQUILLA, John; RONFELDT, David. Redes y Guerras em Rede: El futuro del terrorismo, el crimen organizado y el activismo político. Madrid: Alianza Editorial, 2002.

GRANOVETTER, M. (1973). The strength of weak ties. In: American Journal of Sociology, University Chicago Press, Chicago, v. 78, Issue 6, p.1930-1938.

______. (1983). The strength of weak ties: a network theory revisited. In: Sociological Theory. Ed.Randall Collins. San Franciso, Califórnia, série Jossey-Bass, v.1. p.2001-2233.

______. (1978). Threshold models of collective behavior. In: American Journal of Sociology. University Chicago Press. Chicago, v. 83, n. 6, p. 1420-1443.

______. (1974). Getting a Job: a study of contacts and Carrers. Universty of Chicago Press, 1995 (1974).
HOLMES, Brian, “Counter Cartographies” in Janet Abrams and Peter Hall (eds.), Else/Where: Mapping, New cartographies of Networks and Territories, (University of Minnesota Design Institute, University of Minnesota Press, Minneapolis MN) 2006, p20.

HOLMES, Brian. Flowmaps, the imaginaries of global integration. 2006. Disponível em: <http://pzwart.wdka.hro.nl/mdr/pubsfolder/bhflowmaps/>. Acesso em: 11 de março de 2009.

JOHNSON, Steven. Emergência: a vida integrada de formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

KAUFMAN, Dora. A força dos “laços fracos” de Mark Granovetter no ambiente do ciberespaço. Revista Galáxia, São Paulo, n. 23, p. 207-218, jun. 2012.

LOVINK, Gert & Schneider,Florian.“ Notes on the State of Networking”, Makeworlds-Paper no. 4, Submitted by fls on Sun, 04/04/2004 – 16:51. http://makeworlds.org/node/100 accessed 05.26.06

PUTNAM, R.D. (2000). Bowling alone: The collapse and revival of American community. NY: Simon e Schuster.

SADLER, Simon. Archigram; Architecture without Architecture (MIT Press, Cam. Mass) 2005,

SCHERER-WARREN, Ilse. Redes Sociais: trajetórias e fronteiras. In: DIAS, Leila C.; SILVEIRA, Rogério L. L. Redes, Sociedades e Territórios. Santa Cruz do Sul: Editora da EDUNISC, 2005.

THACKER, Eugene.“Forward: Protocol is as Protocol does” in Alexander Galloway, Protocol: How control exists after decentralization, (MIT Press, Cam. Mass) 2004, p xviii.

UGARTE, David. O poder das redes. Manuel ilustrado para pessoas, organizações e empresas, chamadas a praticar o ciberativismo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.

VALENTE, W.T. (1996). Social network thresholds in the diffusion of innovations. In: School of Hygiene and Public Heath, the Johns Hopkins University, Baltimore: Elsevier Science.

WATTS, Ducan. The “New” Science of Networks. Annual Review of Sociology, vol. 30, 2004, p. 243-270.

WELLMAN, Barry. Computer Networks as Social Networks. Science, vol. 293, 2001, p. 2031-2034.

WELLMAN, B. (2009). Studying Internet studies through the ages. In: BURNETT, R.; CONSALVO, M.;ESS, C. (Eds.). The Handbook of Internet Studies. Oxford: Wiley-Blackwell.

______; HAMPTON, K. (1999). Living network in a wired world. In: Contemporary Sociology, University of Toronto, v. 28, no 6, p.648-54.

______; RAINIE, L.; HORRIGAN, J.; BOASE, J. (2006). The strength of Internet ties. In: Pen Internet & American Life Project. 26 jan. Disponível em: http://www.pewInternet.org/Reports/2006/The-Stregth-of-Internet-Ties.aspx <http://www.pewInternet.org/Reports/2006/The-Stregth-of-Internet-Ties.aspx> .Acesso em jan. 2012.

WIGLEY, Mark. “Network Fever” in Grey Room 04, (MIT Press, Cam. Mass) summer 2001.

 

 

Sociedade do Controle, Vigilância, Disciplina

ACLU (American Civil Liberties Union). The Surveillance-Industrial Complex: How the american government is conscripting businesses and individuals int the construction fo a surveillance Society.2004. Disponível em: http://www.aclu.org/FilesPDFs/surveillance_report.pdf

BRUNO, Fernanda. Monitoramento, classificação e controle nos dispositivos de vigilância digital. In: ANTOUN, Henrique (org.). WEB 2.0: Participação e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

COSTA, Rogério da. A sociedade de controle. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 161-167, 2004.

DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007.

DeNARDIS,Laura. Protocol Politics: The Globalization of Internet Governance. MIT Press, Cambridge, 2009.

DILLON, Michael; REID, Julian. Governança liberal global: biopolítica, segurança e guerra. Estudos de Sociologia: Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, v. 8, n. 1/2, p. 69-99, 2002.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1993.

_____ . Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1996.

GALLOWAY, Alexander. Protocol: How control exists after decentralization. Cambridge: MIT Press, 2004.

HOLMES, Briam. The Future Map. http://brianholmes.wordpress.com/2007/09/09/future-map/

_____ . Escape the Overcode. http://brianholmes.wordpress.com/2009/01/19/book-materials/

RONFELDT, David; ARQUILLA, John. Networks and netwars: The future of terror, crime, and militancy. Rand Corporation. 2003. Disponível em: <http://www.rand.org/pubs/monograph_reports/MR1382/index.html> Acesso em: 25 de março de 2006.

SANTOS, Laymert Garcia. Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da informação digital e genética. São Paulo: Ed. 34, 2003.

 

 

Cultura Hacker, Ciberativismo e Hacktivismo

ARQUILLA, John; RONFELDT, David. The advent of netwar. In: ______. (Org.). In Athena’s camp: preparing for conflict in the information age. Washington: RAND, 1997. p. 275-293.

COLEMAN, Gabriella. The (copylefted) Source Code for the Ethical Production of Information Freedom. Sarai Reader, 2003, p. 297-302.

COLEMAN, Gabriella; GOLUB, Alex. Hacker practice – Moral genres and the cultural articulation of liberalism. Anthropological Theory, vol. 8, no 3, 2008, p. 255-277.

CRITICAL ART ENSEMBLE (CAE). Distúrbio eletrônico. São Paulo: Conrad, 2001.

DENNING, Dorothy. Activism, hacktivism, and cyberterrorism: the internet as a tool for influencing foreign policy. In: ARQUILLA, John; RONFELDT, David. Networks and netwars: the future of terror, crime, and militancy. Washington: Rand Corporation, 2001. p. 238-288.

DOMINGUEZ, Ricardo. Digital zapatismo. 1998. Disponível em: <http://www.thing.net/~rdom/ecd/DigZap.html>. Acesso em: 7 mar. 2011.

DOMINGUEZ, Ricardo. Digital zapatismo. 1998. Disponível em: <http://www.thing.net/~rdom/ecd/DigZap.html>. Acesso em: 3/2/2012.

HIMANEN, Pekka. The Hacker Ethic and the Spirit of the Information Age. New York: Random House, 2001.

JOLLIVET, Pascal. L’éthique hacker de Pekka Himanen. Multitudes, n. 8, mars/avril 2002. Disponível em: <http://multitudes.samizdat.net/L-Ethique-hacker-de-Pekka-Himanen>. Acesso em: 11 de março de 2009.

JORDAN, Tim; TAYLOR, Paul A. Hacktivism and cyberwars: rebels with a cause? Londres e Nova York: Routledge, 2004.

LEVY, Steven. Hackers: heroes of the computer revolution. EUA: O’Reilly Media, 2010. Edição em e-book.

MALINI, Fabio. O valor no capitalismo cognitivo e a cultura hacker. Liinc em Revista, v. 5, n.2, p. 191-205, 2009.

MANION, Mark; GOODRUM, Abby. Terrorism or civil disobedience: toward a hacktivistic ethic. Computers and society, v. 30, n. 2, p. 14-19, jul. 2000.

MCCAUGHEY, Martha; AYERS, Michael D. (Orgs.). Cyberactivism: online activism in theory and practice. Nova York: Routledge, 2003. p. 165-184.

MORAIS, Rodrigo de Oliveira. Informacionalismo e ética hacker: resistências digitais na sociedade em rede. 116 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Cultura) – Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005.

SAMUEL, Alexandra Whitney. Hacktivism and the future of political particiption. 2004. 273 f. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Departamento de Governo, Universidade Harvard, Cambridge, Massachusetts.

SILVEIRA, Sergio Amadeu da. Ciberativismo, cultura hacker e o individualismo colaborativo. Revista USP, São Paulo, n. 86, p. 29-40, ago./out. 2010.

THOMAS, Douglas. Hacker culture. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2002.

VEGH, Sandor. Hacking for democracy: a study of the internet as a political force and its representation in the mainstream media. 2003. 349 f. Tese (Doutorado em Estudos Americanos) – Departamento de Estudos Americanos, Universidade de Maryland.

WARK, McKenzie. A Hacker Manifesto. Subsol. 2004. Disponível em: <http://subsol.c3.hu/subsol_2/contributors0/warktext.html>. Acesso em: 11 de março de 2009.

WRAY, Stephen. Electronic civil disobedience and the world wide web of hacktivism: a mapping of extraparliamentarian direct action net politics. Switch: New Media Journal, n.10. Disponível em: <http://switch.sjsu.edu/web/v4n2/stefan/index.html>. Acesso em: 03/02/2012.

 

 

Movimentos Sociais

ALONSO, Ângela. 2012 “Repertório, segundo Charles Tilly: História de um conceito”. Sociologia & Antropologia, v.02.03, pp. 21-41.

CASTELLS, Manuel. Networks of outrage and hope. Cambridge; Malden: Polity Press, 2012.

GOFFMAN, Erving. Frame analysis: An essay on the organization of experience. London: Harper and Row, 1974.

JURIS, Jeffrey S. Networked social movements: global movements for global justice. In: CASTELLS, Manuel (Org.). The network society: a cross-cultural perspective. Londres: Edward Elgar, 2004. p. 341-362.

JURIS, Jeffrey; PEREIRA, Inês; FEIXA, Carles. Global citizenship and the new, new social movements: Iberian connections. Young: Nordic Journal of Youth Research, v. 17, n. 4, p. 421-442, 2009.

MELUCCI, Alberto. A Invenção do Presente – Movimentos sociais nas sociedades complexas. Petrópolis: Vozes, 2001.

_________. Por uma sociologia reflexiva – Pesquisa qualitativa e cultura. São Paulo: Vozes, 2005.

SNOW, David; SOULE, Sarah; KRIESE, Hanspeter. The Blackwell Companion to Social Movements. Oxford: Blackwell Publish, 2006.

TARROW, Sidney. Power on Movement – Social Movements and Contentious Politics. New York:Cambridge University Press, 1998.

TILLY, Charles. 2006 Regimes and Repertoires. Chicago: The University of Chicago Press.

 

Teoria Informática, Computação e Cibernética

BRETON, Phillipe. História da Informática, São Paulo: Unesp, 1994.

BRETON, Phillipe. L’Utopie de la Communication. Paris: La Decouverte, 1995.

HAYLES, Katherine. How we became Posthuman: virtual bodies in cybernetics, Literature and Informatics. Chicago/Londres, Univ.Chicago Press, 1999.

HEIMS, Steve Joshua. The Cybernetics Group, 1946-1953. Contructing a Social Science for Postwar America, Cambridge, Massachusets, MIT Press, 1991.

KELLNER, Douglas & BEST, Steve. Kelly’s Complexity Theory: The Politics and Ideology of Self-Organizing Systems – http://www.uta.edu/huma/illuminations/best7.htm

LAFONTAINE, Celine. O Império Cibernético. Lisboa: Inst.Piaget, 2004.

NEUMANN, John von & Morgenstern, Oskar. THeory of Games and Economic Behavior. New York, John Wiley & Sons, 1964.

PFOHL, Stephen. O Delírio Cibernético de Norbert Wiener. – http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol1/bpfohl.html

SANTOS, Laymert G. Limites e Rupturas na Esfera da Informação. In: Politizar as Novas Tecnologias. São Paulo: Ed.34, 2003.

SHANNON, Claude & WEAVER, Warren. The Mathematical Theory of Communication. Urbana, Univ.of Illinois Press, 1949.

TURING, Alan. Os computadores e a inteligencia.

WIENER, Norbert. Cibernética e Sociedade.

WIENER, Norbert. Cibernética ou Controle e Comunicação em animais e máquinas. Cambridge, MIT Press, 1961.

WIENER, Norbert. O Homem e a Máquina. O Conceito de Informação na ciencia contemporanea. Colouio de Royaumont, Paris. 1965

WEISER, Mark. On ubiquitous computing. For more see http://www.ubiq.com/weiser/

WEISER, Mark. “The Computer for the Twenty-First Century,” Scientific American, pp. 94-10, September 1991, online at http://www.ubiq.com/hypertext/weiser/SciAmDraft3.html

 

 

Regimes e Modos de Produção de Conhecimento Científico

Derrida, J. (1983). The principle of reason: The university in the eyes of its pupils. Diacritics, 13 (Fall), 3-20.

Derrida, J. (1992). Mochlos or the conflict of the faculties. In R. Rand (Ed.), Logomachia: The conflict of the faculties (pp. 3-34). Lincoln, NE: U of Nebraska P.

Foucault, M. (1982). Afterword: The subject and power. In H. L. Dreyfus & P. Rabinow (Eds.), Michel Foucault: Beyond structuralism and hermeneutics (pp. 192-226). Chicago: U of Chicago P.

GIBBONS et all. The new production of Knowledge. The dynamics os Science and Research in contemporary societies. London: SAGE Publications, 1994.

Good, G. (2001). Humanism betrayed: Theory, ideology and culture in the contemporary university. Montreal: McGill- Queen’s Press.

Harvey, D. (1998, October). University, Inc. The Atlantic Monthly, 282(4), 112-116.

Kane, S. (1999). Why is a university? Unpublished paper.

Klein, J. T. (1990). Interdisciplinarity: History, theory, practice. Detroit: Wayne State UP.

Klein, J. T. (1993). Blurring, cracking, and crossing. In E. Messer-Davidow, D. R. Shumway & D. J. Sylvan (Eds.), Knowledges: Historical and critical studies in disciplinarity (pp. 185-214). London: U of Virginia P.

KLEINMAN, Daniel Lee; VALLAS, Steve P..”Science, capitalism and the rise of the ‘knowledge worker’: the changing structure of knowledge production in the United States”. Theory and Society, 30, p. 451-492, 2001.

KLEINMAN, Daniel L.; VALLAS, Steve P.. “Contradiction, convergence and the knowledge economy: the confluence of academic and comercial biotechnology”. Socio-economic review, 8, p.283-311, 2008.

Messer-Davidow, E., & Shumway, D. (1991). Disciplinarity. Poetics Today, 12(1), 201-225.

Poovey, M. (2001). The twenty-first-century university and the market: What price economic viability? Differences, 12(1), 1-16. Readings, B. (1996). The university in ruins. Cambridge: Harvard UP.

POWELL, Walter; SNELLMAN, Kaisa. “The Knowledge Economy”. Annual Review of Sociology, n.30, p.199-220, 2004.

POWELL, Walter. “The capitalist firm in the 21st century: emerging patterns”. In DIMAGGIO, Paul. The 21st century firm: changing corporation organization in international perspective.

Salter, L., & Hearn, A. (1996). Outside the lines: Issues in interdisciplinary research. Montreal: McGill-Queen’s Press.

SHINN, Terry. “Caminhos do conhecimento comercial: Formas e consequências da sinergia universidade-empresa nas incubadoras tecnológicas”. Scientiae Studia, v.4, n.3, p.485-508, 2006.

______. “Regimes de produção e difusão de ciência: rumo a uma organização transversal do conhecimento”. Scientiae Sdutia, v. 6, n. 1, p. 11-42, 2008a.

______. “Desencantamento da modernidade e da Pós-modernidade; diferenciação, fragmentação e a matriz de entrelaçamento”. Scientiae Sdutia, v. 6, n. 1, p. 43-81, 2008b.

______. “Nouvelle production du savoir et triple hélice. Tendences du prêt-à-penser las sciences”. Actes de la recherche em sciences sociales, 141, p. 21-30, 2002.

SHINN, Terry; JOERGES, Benward. “The transverse science and technology culture: dynamics of science and roles of research-technology”. Social science information. n.41, vol.2, p.207-251, 2002.

______; RAGUET, Pascal. Controvérsias sobre a ciência: Por uma sociologia transversalista da atividade científica. São Paulo: Associação Filosófica Scientiae Studia; Editora 34, 2008.

YOUNG, R. (1992). The idea of a chrestomathic university. In R. Rand (Ed.), Logomachia: The conflict of the faculties (pp. 97-126). Lincoln, NE: U of Nebraska P.

 

 

Disciplina, Interdisciplinariedade e Reforma Universidade

DERRIDA, J. (1983). The principle of reason: The university in the eyes of its pupils. Diacritics, 13 (Fall), 3-20.

DERRIDA, J. (1992). Mochlos or the conflict of the faculties. In R. Rand (Ed.), Logomachia: The conflict of the faculties (pp. 3-34). Lincoln, NE: U of Nebraska P.

FOUCAULT, M. (1982). Afterword: The subject and power. In H. L. Dreyfus & P. Rabinow (Eds.), Michel Foucault: Beyond structuralism and hermeneutics (pp. 192-226). Chicago: U of Chicago P.

GOOD, G. (2001). Humanism betrayed: Theory, ideology and culture in the contemporary university. Montreal: McGill- Queen’s Press.

HARVEY, D. (1998, October). University, Inc. The Atlantic Monthly, 282(4), 112-116.

HEARN, Alison. Interdisciplinary/Extradisciplinary: on the university and the active pursuit of community. History of Intellectual Culture, vol.3, n.1. 2003. http://www.ucalgary.ca/hic/hic

HEARN, Alison. Teaching and Organizing in the Ruind of Universities: an interview with Alison Hearn. Class War University. http://classwaru.org

KANE, S. (1999). Why is a university? Unpublished paper.

KLEIN, J. T. (1990). Interdisciplinarity: History, theory, practice. Detroit: Wayne State UP.

KLEIN, J. T. (1993). Blurring, cracking, and crossing. In E. Messer-Davidow, D. R. Shumway & D. J. Sylvan (Eds.), Knowledges: Historical and critical studies in disciplinarity (pp. 185-214). London: U of Virginia P.

MATTELART, Armand. Cultural studies’ stories. La domestication d’une pensée sauvage? Erik Neveu, Réseaux, 1996, Volume 14, Numéro 80, pp. 11-58. <http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/reso_0751-7971_1996_num_14_80_3799>

MESSER-DAVIDOW, E., & SHUMWAY, D. (1991). Disciplinarity. Poetics Today, 12(1), 201-225.

POOVEY, M. (2001). The twenty-first-century university and the market: What price economic viability? Differences, 12(1), 1-16.

READINGS, B. (1996). The university in ruins. Cambridge: Harvard UP.

SALTER, L., & Hearn, A. (1996). Outside the lines: Issues in interdisciplinary research. Montreal: McGill-Queen’s Press.

YOUNG, R. (1992). The idea of a chrestomathic university. In R. Rand (Ed.), Logomachia: The conflict of the faculties (pp. 97-126). Lincoln, NE: U of Nebraska P.

 

 

Metodologia de Pesquisa Qualitativa

BARBIER, René. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro Editora, 2007.

BECKER, Howard S. Segredos e truques de pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

BECKER, Howard S. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec, 1997.

BERGER, Peter; LUCKMAN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes, 1985.

BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. Ofício de sociólogo: metodologia da pesquisa na Sociologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. (org.) Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999.

CLIFFORD, James. Sobre a automodelagem etnográfica: Conrad e Malinowski. In CLIFFORD, James. A experiência etnográfica- antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998.

DEBERT, Guita G. Problemas relativos à utilização de história de vida e história oral. In CARDOSO, Ruth. (org.) A aventura antropológica – teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

FELDMAN-BIANCO, Bela. (org.) Antropologia das sociedades contemporâneas: métodos. São Paulo: Unesp, 2010.

GEERTZ, Clifford. Do ponto de vista dos nativos: a natureza do entendimento antropológico. In: GEERTZ, Clifford. O saber local: novos ensaios de antropologia interpretativa. Petrópolis: Vozes, 1997.

GEERTZ, Clifford. Uma descrição densa: por uma teoria interpretativa da cultura. In GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

HAGUETE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na Sociologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987.

LUKÁCS, Georg. O que é marxismo ortodoxo? In LUKÁCS, Georg. História e consciência de classe. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

MARX, Karl. Introdução à contribuição à crítica da economia política. In: MARX, Karl. Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: Expressão Popular, 2008.

MORIN, Edgar. A responsabilidade do pesquisador perante a sociedade e o homem. In MORIN, Edgar. Ciência como consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

PEIRANO, Mariza. A favor da etnografia. Anuário Antropológico, 1992.

SCHNEIDER, Sérgio; SCHIMITT, Claúdia Job. O uso do método comparativo nas Ciências Sociais. Cadernos de Sociologia, Porto Alegre, v.9, p.49-87, 1998.

THIOLLENT, Michel. Crítica Metodológica, investigação social e enquete operária. 5. ed. São Paulo: Polis, 1987.

VELHO, Gilberto. Observando o familiar. In: VELHO, Gilberto. Individualismo e Cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1987.

VICTORA, Ceres et al. (orgs.). Antropologia e ética: o debate atual no Brasil. Niterói: EDUFF/ABA, 2004.

WEBER, Max. “A ‘objetividade do conhecimento na Ciência Social e na Ciência Política”. In: Metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Cortez, 1993.

WEBER, Max. A ciência como vocação. In WEBER, Max. Ciência e Políticas: duas vocações. São Paulo: Editora Cultrix, 2011.

(fonte edital concurso Metodologia Qualitativa ciencias sociais – UFF)

 

 

Games

CAILLOIS, Roger. Classification of Games In: ZIMMERMAN, Eric; SALEN, Katie. Rules of Play: Game Design Fundamentals. Cambridge: MIT Press, 2003

HUIZINGA, Johan. Homos ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1980.

KENT, Steven L. The Ultimate History of Video Games: From Pong to Pokemon, The Story Behind the Craze That Touched Our Lives and Changed the World. New York: Three Rivers Press, 2001.

MURRAY, Janet H. Hamlet no Holodeck: O futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp, 2003.

RYAN, Marie-Laure. “From Narrative Games to Playable Stories: Toward a Poetics of Interactive Narrative.” StoryWorlds: A Journal of Narrative Studies 1, no. 1. 2009: 43-59. Disponível em: http://muse.jhu.edu/ Acessado em: 15 de Agosto de 2012.

SARLO, Beatriz, Cenas da Vida Pós-Moderna: Intelectuais, arte e Vídeo-Cultura na Argentina. Trad. Sérgio Alcides. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1997.

SOUZA, Regina Magalhães de. Protagonismo juvenil: o discurso da juventude sem voz. Rev.Bras. Adolescência e Conflitualidade, 1(1): 1-28, 2009

SUITS, Bernand. Grasshopper: Games, Life and Utopia. Broadview Press, 2005.

ZIMMERMAN, Eric. “Narrative, Interactivity, Play, and Games: Four Naughty Concepts in Need of Discipline”. In: First Person. Eds. Noad Wardrip-Fruin and Pat Harrigan. Cambridge: MIT Press, 2004.