Tag: capitalismo cognitivo

  • Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education

    Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education

    Como muitos de nós utilizamos os serviços da empresa Google para diversas atividades (acadêmicas e pessoais), tomo a liberdade de compartilhar com vocês um artigo que acabamos de publicar na Revista Mediações. Trata-se de um estudo exploratório sobre a utilização dos serviços Google por universidades brasileiras e instituições da educação básica. Procuramos investigar e discutir alguns problemas que consideramos relevantes em termos dos efeitos da adoção de ferramentas de uma empresa internacional sobre o sistema de produção e circulação de conhecimento científico, bem como os possíveis efeitos relativos à privacidade e economia informacional.

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  • El proyecto Buen Conocer: Los comunes contra el capitalismo cognitivo

    El proyecto Buen Conocer: Los comunes contra el capitalismo cognitivo

    Graças ao convite de Javier de Rivera – editor da Revista Tecknokultura  e coordenador do Máster em Comunicação, Cultura e Cidadania Digital – pude acompanhar uma “Jueves Tecnopolíticas”, atividade promovida pelo Hacklab da Ingobernable.

    Este Hacklab está bem ativo no terceiro andar desta recente ocupação urbana. A Ingobernable surge da ocupação de um grande edifício público que estava a ponto de ser cedido para um empreendimento privado. Diversos coletivos de Madrid que atuam no campo dos Comuns Urbanos, tomaram o edifício que estava vazio há muitos anos para reivindicar um outro uso para este edifício. Sob autogestão passaram a realizar diversas atividades públicas no seu interior e a cuidar da manutenção do espaço . Tal ocupação gerou uma nova camada de tensões entre o governo municipal e diversas organizações e movimentos que estão num campo de alianças de base da atual gestão da prefeita Manuela Carmena, do Ahora Madrid.  Noutra ocasião, farei um post mais detalhado sobre essa experiência, pois ainda conheço muito pouco de sua experiência.

    Nesta quinta, acompanhei a apresentação e discussão “El proyecto Buen Conocer: Los comunes contra el capitalismo cognitivo“, conduzida por Daniel Vazquez, um dos principais realizadores do projeto Buen Conocer – FLOK Society no Equador. A iniciativa “Buen Conocer” foi desenvolvida durante o governo do Presidente Rafael Correa e visava criar estratégias de promoção do desenvolvimento nacional da economia social do conhecimento. No campo das políticas de educação, cultura, ciência e tecnologia, visava atacar as novas formas de expropriação de valor e transferência de riqueza promovidas através dos sistemas internacionais de propriedade intelectual, da hegemonia de infraestruturas de comunicação e softwares proprietários estrangeiros, bem como na área de produção de hardwares. O projeto parte de uma ampla pesquisa colaborativa que produz um diagnóstico sobre a economia do conhecimento no Equador e sua forma de inserção na economia global, procurando identificar formas de inversão e desenvolvimento local com base na filosofia do “buen conocer”. Em síntese, trata-se de identificar estratégias para a promoção de novas cadeias produtivas para o desenvolvimento local através do conhecimento livre, aberto e cooperativo aplicado às diversas fases da produção (desde a formação técnica-profissional até a produção e comercialização).

    A apresentação completa do Daniel está disponível aqui: Presentacion FLOK

    Um importante livro produzido pelo FLOK, sistematizando todo o percurso de investigação dos primeiros anos do projeto está disponível aqui: Livro FLOK

    Algumas imagens da atividade na Ingobernable aqui: Fotos

    PS: este post é parte da série de relatos que irei realizar durante o período de pós-doc em Madrid. Mais informações sobre o projeto atual: http://wiki.pimentalab.net/index.php?title=Projetos_Pesquisa

     

  • Participação política: sujeição social e servidão maquínica

    prosumer

    fonte imagem: https://rahulnambiar.files.wordpress.com/2009/03/prosumer.jpg

    Hoje, é importante mas não suficiente a luta pela superação do modelo de democracia representativa em vigor, das relações personalistas e espetaculares na política, do poder das corporações e do capital financeiro, das máquinas partidárias e midiáticas, para ir além do conflito dicotômico “não vai ter golpe” X “impeachment”. Ao mesmo tempo, é igualmente necessário superar as práticas de democracia participativa que, a despeito do convite à abertura e à inclusão cidadã, já definem de antemão os lugares e funções a serem desempenhadas.

    Analogamente ao capitalismo contemporâneo, tal modelo de participação sabe muito bem conjugar os modos de sujeição social e de servidão maquínica. Na sujeição social somos sempre inscritos sob uma identidade, um “eu” a partir do qual um categoria política de pertencimento define a medida e a função que podemos estabelecer com os objetos (o limite de um direito, o valor do trabalho, o peso de nossos votos etc). Na servidão maquínica, de maneira complementar, participamos do processo como peças numa máquina em que a própria distinção sujeito-objeto, produtor-consumidor, já não faz mas sentido. Nesta segunda dimensão, nossas ações, nossos afetos, cognição, conhecimento, relações…são postas a trabalhar para a mesma máquina de produção de valor (seja de capital, seja de legitimação política), sem que sejamos propriamente “singulares”. É algo de nosso ser pré-individual e supra-individual que participa da servidão maquínica para, uma vez engajado e produtivo, ser novamente capturado (agora como indivíduo) pela sujeição social.

    Talvez o mais difícil seja justamente superar esta nova forma de poder e condução da vida.

    Produzir uma nova subjetivação política exige que sejamos capazes de reconhecer e reconfigurar este agenciamento maquínico. Se, desde o início, as ações foram inscritas na articulação dessa dupla dinâmica (sujeição social e servidão maquínica), muito dificilmente ela será capaz de transbordar. Os novos sujeitos políticos não surgem ali onde o espaço e as funções estão programadas. É por isso que nos ultimos tempos sempre fomos surpreendidos pela força política que brotava de onde ninguém esperava.

    “Desejar significa agir longe do equilíbrio” (Lazaratto). Felizmente, não somos capazes de programar onde ele irá emergir. O melhor que se pode fazer (nesta parcial perspectiva de ação) é, talvez, multiplicar as situações onde ele seja mais possível, de forma que as potências liberadas da servidão maquínica não sejam recodificadas e reterritorializadas pela sujeição social e possam, noutra direção, ensejar individuações mais emancipatórias.

    Estruturas verticais, vanguardas ou celebridades não vão convocar a multidão. No melhor das hipóteses, só as massas responderão. Claro, no contexto atual, as massas estão sendo convocadas para barrar o golpe político em curso, e isso parece ser uma parte importante do processo. Todavia, acreditar que o jogo possa se resumir a esta forma de conflito, pode significar a perda de uma oportunidade histórica de invenção democrática.

  • Movimentos em Marcha: ativismo, cultura e tecnologia

    Ativismo, cultura e tecnologia

    As potencialidades das novas tecnologias, as novas formas de ativismo, o capitalismo contemporâneo e o modo como as atividades culturais articulam-se a essas dimensões

    Mais informações: http://emmarcha.milharal.org

    Visualização Online do Livro

    Donwload – livro – MOVIMENTOS-EM-MARCHA-livro

     

     

     

     

  • Caxirola: os negócios da Copa, inovação e o neocolonialismo corporativo

    Faço um breve comentário em reação à uma notícia veiculada no Estado de S.Paulo neste domingo (29.04.2013, p.B11): “Brasil quer emplacar a caxirola como herdeira da vuvuzela”. No artigo temos bons indicadores do atual modelo brasileiro de desenvolvimento e inovação.

    Seguindo o exemplo das vuvuzelas de plástico, utilizadas na Copa da África do Sul, o governo quer lançar um instrumento símbolo da sua copa.
    O músico Carlinhos Brown criou as caxirolas, inspiradas no ancestral caxixi. Segundo a reportagem as caxirolas “foram chanceladas pelo Ministério dos Esportes e pela Fifa como instrumento oficial das Copas as Confederações e do Mundo”.

    Este é nosso modelo de inovação! “Chancelada” e “oficial” significa que tanto o governo quanto a Fifa (que atualmente tem superpoderes de governo transnacional) conferem o direito de monopólio de exploração comercial de certos produtos por eles selecionados como símbolos (marca) Copa. Em termos econômicos, funciona de maneira assemelhada a uma patente industrial. Porém, com possibilidades de ganhos ampliados, pois trata de bens imateriais e culturais. No caso da caxirola, somente a empresa mutinacional (conforme a reportagem) The Marketing Store poderá fabricá-la e distribuí-la. A matéria-prima das caxirolas é um tipo de plástico “verde” feito a base de cana-de-açucar será fornecido por uma empresa específica (Brasken).

    Com isso, qualquer outro fabricante e comerciante de produtos assemelhados à caxirolas, diferente daqueles escolhidos para este consórcio, poderão ser eventualmente tipicados como “falsificadores” ou “piratas”. Estamos diante das novas capitanias hereditárias da economia do conhecimento. Não é novidade a maneira como a Fifa, em época de Copas, pressiona os governos nacionais pela aprovação de legislações específicas sobre o regime de propriedade intelectual, bem como leis de exceção que deverão vigorar durante o período dos jogos.

    Por fim, as empresas deverão pagar a Carlinhos Brown um valor ainda não definido referente aos royalties da invenção (sabe-se lá porque razão foi o projeto de Brown o que fora eleito). Vemos aí um exemplo do novo tipo de cercamento que agora vem colonizar e monetarizar o mundo livre da cultura. Os novos empresários e gerentes da cultura capturam e redesenham aquilo que pertencia a todos como um bem comum. Em seguida, mediante sua inserção em circuitos econômicos-jurídicos específicos transforma-o em matéria rara, bem escasso, e como propriedade privada adquirem o direito de monopólio sobre sua exploração comercial. Num instante, todo uma cultura ancestral difusa e integrada à vida social se objetifica como “inovação” que pertence a poucos. Brinquei com um amigo: “tome cuidado ao levar seu caxixi para os jogos da copa! Ele pode ser confiscado por pirataria e seu mestre de capoeira enquadrado como falsificador!”

    Não seria o caso de colocarmos este modelo de pernas para o ar? Se o governo esta interessado em criar um símbolo, bem poderia indicá-lo e deixa-lo livre, como são os símbolos, ao invés de transforma-lo em propriedade privada. Esta seria uma alternativa de redução desta situação absurda, mas ainda dentro de um modelo econômico que se preocupa com o PIB. Diversas fabricantes nacionais poderiam produzi-lo, diversos comerciantes locais poderiam distribuí-lo e aquelas corporações interessadas em fazer o produto circular em “outras esferas” (produtos especializados para consumidores endinheirados) poderiam recolher uma taxa específica cujos recursos poderiam ser destinados ao apoio de milhares de escolas de capoeira e grupos culturais espalhados pelo País.

  • Universidade Classe Mundial

    Reproduzo abaixo carta da Profa. Dra. Rita Cruz (Coord. do Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana da FFLCH/USP) sobre a  proposta de alteração regimental na pós-graduação da USP.

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    Universidade Classe Mundial: paradoxos de um pensamento ao mesmo tempo neoliberal e neocolonialista

    Como é do conhecimento de todos, estamos vivendo um processo de reformulação do Regimento Geral da Pós-Graduação da USP. Conforme declarações públicas da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, as mudanças propostas fazem-se necessárias no sentido de transformar a USP em uma Universidade Classe Mundial.
    Todavia, o que nos tem inquietado a muitos, alunos e professores da USP, diz respeito à pertinência/necessidade de algumas das mudanças anunciadas, entre as quais se pode destacar:
    1. exame de qualificação obrigatório para todos os alunos da pós-graduação, a realizar-se em até 12 meses de seu ingresso;
    2. exclusão da possibilidade de re-apresentação do Relatório de Qualificação no caso de reprovação;
    3. necessidade de parecer prévio por escrito, para teses de doutorado, podendo o candidato/aluno ser impedido de defender publicamente seu trabalho no caso de a maioria dos pareceres escritos indicar inaptidão à defesa;
    4. orientador sem direito a voto nas bancas examinadoras finais.
    A principal argumentação utilizada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação para justificar tais mudanças é a referência a IES [instituições de ensino superior] estrangeiras, as quais têm modus operandi similares ou iguais a este que se propõe hoje para o Regimento da Pós-Graduação da USP, ressaltando-se o fato de que tais Instituições são melhores ranqueadas internacionalmente que nós. Naturalmente, não ignoramos o fato de que há muitas experiências vividas em outros lugares no mundo, no campo científico e acadêmico, passíveis de serem assimiladas por nós de forma positiva, ou seja, produzindo-se aqui, em nosso contexto social, econômico, político e geográfico, as mesmas benesses que produziram em seus lugares de origem.
    (CONTINUAR LEITURA)
  • Yann Moulier-Boutang – palestra

    “Antagonismo social, precariedade e classe criativa no capitalismo cognitivo” – palestra com o economista Yann Moulier-Boutang.

    O evento foi partr do Acta Media 9 In-Serto : Simpósio Internacional de Artemidia e Cultura Digital (13, 19, 20.09.2011 e 04.10.2011). ECA-USP e EACH-USP. Coordenação: Artur Matuck e Pablo Ortelado.

    Slides da Palestra do prof. Yann que generosamente partilhou conosco: PDF

    Video da apresentação está disponível no IPTV-USP neste link

  • Reunião TransMediar – 15 setembro

    Das 16hs às 19:30hs no Campus Guarulhos – Bairro dos Pimentas.
    Textos para discussão


    Sugestão de prioridade:

    (1) Laymert Garcia dos Santos e Pedro Peixoto, A Regra do Jogo: desejo, servidão e controle, 2008. Disponivel: http://pedropeixotoferreira.files.wordpress.com/2010/05/garciadossantoseferreira_2008_a-regra-do-jogo_villares.pdf

    (2) Mauricio Lazaratto, Sujeição e Servidão no capitalismo contemporâneo. Cadernos de Subjetividade, PUC-SP, 2010. PDF

    (3) Pedro Peixoto (2011) Por uma definição dos processos tecnicamente mediados de associação: http://blog.pimentalab.net/files/Pedro-Teixeira-Processos-Tecnicamente-Mediados-Associacao.pdf

    Complementos empíricos para o debate atual:

    Declaración para la Creatividad Sostenible

    Reportagem da Revista Pesquisa FAPESP: Menos transpiração e mais inspiração: a economia criativa pode ser a nova forma de mudança no perfil da produção das cidades

  • Reunião TransMediar – 18 de agosto

    Das 16hs às 19:30hs no Campus Guarulhos – Bairro dos Pimentas.

    Local: Ponto de encontro – Café/Cantina do Campus um pouco antes das 16hs.
    Textos do debate empírico

    Cronologia completa do debate: novo ativismo, esquerda e economia da cultura – http://blog.pimentalab.net/2011/07/01/cronologia-debate-novo-ativismo-esquerda-e-economia-da-cultura/
    Referências teóricas para alimentar o debate:

    -Ursula Huws Expression and expropriation: The dialectics of autonomy and control in creative labour Ephemera , theory & politics in organization . Volume 10(3/4): 504-521. Disponível: http://www.ephemeraweb.org/journal/10-3/10-3huws.pdf

    -Briam Holmes: La Personalidad Flexible. Disponível: http://eipcp.net/transversal/1106/holmes/es

  • Cronologia debate: novo ativismo, esquerda e economia da cultura

    Recebi por email a seguinte compilação (omiti o email do emissor apenas para evitar spams).

    Obrigado ao Danilo!!

    
    CRONOLOGIA DO DEBATE (até 10/08/2011)
    
    1. 17/6/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “A esquerda
    fora do eixo” (http://passapalavra.info/?p=41221).
    
    2. 21/6/2011, nos comentários do PassaPalavra, Cláudio Prado (Casa de
    Cultura Digital) posta o seguinte texto:
    http://coletivope-de-cabra.blogspot.com/2011/06/texto-do-claudio-prado-sobre-o-fora-do.html.
    
    3. 22/6/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “Domingo na
    Marcha (1ª Parte)” (http://passapalavra.info/?p=41431).
    
    4. 22/6/2011, no blog Trezentos, por Ivana Bentes - “A esquerda nos
    eixos e o novo ativismo” (http://www.trezentos.blog.br/?p=6056).
    
    5. 23/6/2011, por Pablo Ortellado em seu próprio blog - “Capitalismo e
    Cultura
    Livre”(http://www.gpopai.org/ortellado/2011/06/capitalismo-e-cultura-livre).
    
    6. 23/6/2011, por Fabricio KC em seu próprio blog (Antitextos) - “Nem
    esquerda, nem direita, nem Fora do Eixo! Ivana Bentes e o texto do
    Passa Palavra”
    (http://fabriciokc.wordpress.com/2011/06/23/nem-esquerda-nem-direita-nem-fora-do-eixo-ivana-bentes-e-o-artigo-do-passa-palavra/).
    
    7. 25/6/2011, por Frederico Neto, no site Produtor.info - “Entre os
    problemas mais gritantes, Ivana Bentes destaca…”
    (http://infoprodutor.wordpress.com/2011/06/25/entre-os-problemas-mais-gritantes-ivana-bentes-destaca/).
    
    8. 26/6/2011, no blog Trezentos, por Henrique Parra e Gavin Adams -
    “Nem eixo nem seixo” (http://www.trezentos.blog.br/?p=6070) e
    (http://blog.pimentalab.net/2011/06/27/nem-eixo-nem-seixo/)
    
    9. 26/6/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “Domingo na
    marcha (2ª Parte)” (http://passapalavra.info/?p=41710).
    
    10. 28/6/2011, circula na lista da Marcha da Liberdade, texto já
    impresso na Revista Fórum, por Rodrigo Savazoni - “A Reinvenção da
    Política”(http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_materia.php?codMateria=9252).
    
    11. 28/6/2011, por Renato Rovai em seu blog da Revista Fórum – “Fora
    do Eixo e a esquerda que a direita gosta”
    (http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/06/28/fora-do-eixo-e-a-esquerda-que-a-direita-gosta/).
    
    12. 29/6/2011, no blog Razão Crítica, por Elton Flaubert – “Lutas
    Sociais e Feitichismo: notas sobre o debate iniciado pelo Passa Palavra
    (I)”(http://razaocritica2.blogspot.com/2011/06/lutas-sociais-e-fetichismo-notas-sobre.html).
    
    13. 29/6/2011, no blog Quadrado dos Loucos, por Bruno Cava – “Sair dos
    eixos à esquerda (I)”
    (http://www.quadradodosloucos.com.br/1612/sair-dos-eixos-a-esquerda-1/).
    
    14. 29/6/2011, no blog do Coletivo DAR, por Henrique Carneiro - “A
    Maconha, as marchas e a crise do capitalismo”
    (http://coletivodar.org/2011/06/a-maconha-as-marchas-e-a-crise-do-capitalismo-texto-de-henrique-carneiro/).
    
    15. 29/6/2011, por Fabricio KC em seu próprio blog (Antitextos) – “Por
    um pós-rancor menos pós-rebelde!”
    (http://fabriciokc.wordpress.com/2011/06/29/por-um-pos-rancor-mais-rebelde/).
    
    16. 29/6/2011, no blog Matutações, Gustavo Loureiro resgata o seguinte
    texto - “isso funciona (…) respira (…) come (…) caga (…) fode”
    (http://matutei.wordpress.com/2011/06/29/%E2%80%9Cisso-funciona-respira-come-caga-fode%E2%80%9D/).
    
    17. 29/6/2011, no blog O Grito do Inimigo, por Eduardo Mesquita –
    “Discussão ou invejinha? Escolha quem lê”
    (http://ogritodoinimigo.com/?p=1007).
    
    18. 30/6/2011, no blog Roraima Rock N Roll, por Wander Longhi - "Tudo
    que gira FORA DO EIXO um dia quebra"
    (http://roraimarocknroll.blogspot.com/2011/06/tudo-que-gira-fora-do-eixo-um-dia.html).
    
    19. 01/7/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “Domingo
    na Marcha (3ª Parte)”  (http://passapalavra.info/?p=41866).
    
    20. 03/7/2011, no blog Razão Crítica, por Elton Flaubert – “Lutas
    Sociais e Feitichismo: notas sobre o debate iniciado pelo Passa Palavra
    (II)”(http://razaocritica2.blogspot.com/2011/07/lutas-sociais-e-fetichismo-notas-sobre.html).
    
    21. 03/7/2011, no blog Quadrado dos Loucos, por Bruno Cava –
    “Pós-modismo Pós-festivo (2)”
    (http://www.quadradodosloucos.com.br/1644/pos-modismo-pos-festivo-2/).
    
    22. 04/7/2011, no blog Trezentos, por Quã - "A esquerda sem fantasias:
    justiça e solidariedade" (http://www.trezentos.blog.br/?p=6126).
    
    23. 05/7/2011, no PassaPalavra, texto de Leo Vinicius - “A Marcha
    posta a trabalhar”  (http://passapalavra.info/?p=42054).
    
    24. 08/7/2011, no blog Razão Crítica, por Elton Flaubert – “Lutas
    Sociais e Fetichismo: notas sobre o debate iniciado pelo Passa Palavra
    (III)”(http://razaocritica2.blogspot.com/2011/07/lutas-sociais-e-fetichismo-notas-sobre_08.html).
    
    25. 08/7/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “Domingo
    na Marcha (4ª Parte)”  (http://passapalavra.info/?p=42227).
    
    26. 10/7/2011, no Quadrado dos Loucos, texto de Bruno Cava - "Dormindo
    na Marcha (3)"
    (http://www.quadradodosloucos.com.br/1691/dormindo-na-marcha-3/)
    
    27. 15/07/2011, no PassaPalavra, texto do próprio coletivo - “Domingo
    na Marcha (5ª Parte)”  (http://passapalavra.info/?p=42544).
    
    28. 17/07/2011, no Diário Liberdade, texto do próprio coletivo -
    "Política, Subjetividades e Entrelinhas"
    (http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=17638:politica-subjetividades-e-entrelinhas&catid=59:institucional&Itemid=73)
    
    29. 19/7/2011, no Ver-o-Pop, entrevista com Cláudio Prado -
    "Entrevista especial e revolucionária com Claudio Prado"
    (http://ver-o-pop.ecleteca.com.br/2011/07/19/entrevista-especial-e-revolucionaria-com-claudio-prado/)
    
    31. 23/6/2011, no Blog Produção de Cultura no Brasil - da Tropicália
    aos Pontos de Cultura, texto do próprio blog - "Das redes às ruas: e
    agora, o que fazemos com isso?"
    (http://tropicaline.wordpress.com/2011/06/23/515/)
    
    32. 04/08/2011, na Caros Amigos, texto de José Arbex Júnior -
    "Lulismo Fora do Eixo": Artigo completo aqui:
    http://www.controversia.com.br/index.php?act=textos&id=9741
    
    33. 08/8/2011, no Blog Produção de Cultura no Brasil - da Tropicália
    aos Pontos de Cultura, texto do próprio blog - "Das redes às ruas :
    questões locais para conexões globais"
    (http://tropicaline.wordpress.com/2011/08/08/das-redes-as-ruas-questoes-locais-para-conexoes-globais/)

    Quem tiver outras referências pode completá-las na área de comentários e depois juntamos todas